
terça-feira, fevereiro 28, 2012
Dia 25: Guilty pleasure

segunda-feira, fevereiro 27, 2012
Dia 24: Na T.V.

sexta-feira, fevereiro 24, 2012
Dia 23: Família
quinta-feira, fevereiro 23, 2012
Dia 22: Nostalgia (II)

quarta-feira, fevereiro 22, 2012
Dia 21: Reconfortante
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
domingo, fevereiro 12, 2012
Dia 19: Sorriso
quinta-feira, dezembro 22, 2011
Votos Satchita para o novo ano
Peça a Deus
Que os Homens encontrem os seus passos perdidos
E que os sonhos despertem esses olhos dormidos,
Que o amor transborde e vivamos em paz;
Que os dias terminem com os braços cansados
E que a sorte só queira estar ao teu lado
Que a dor não me assombre nem me cause desespero,
Peço a Deus.
Sat-chit ananda parabrahma,
Purushotamah, paramahtma,
Sri bhagavathi sametha,
Sri bhagavathe namahah
Oh oh
Peça a Deus
Que nos mande do céu muita sabedoria,
Um amor verdadeiro, que ninguém passe fome
Um abraço de irmão, que vivamos em paz;
E terminem as guerras e também a pobreza,
Encontrar alegrias entre tanta tristeza,
Que a luz ilumine as almas perdidas
E um futuro melhor.
Satchita, Playing for Change (http://www.youtube.com/watch?v=Jfn8wsjh9WU)
segunda-feira, novembro 21, 2011
Dia 18: No meu prato
quarta-feira, novembro 16, 2011
Dia 17: Proeza

segunda-feira, novembro 14, 2011
Dia 16: Mau hábito

sexta-feira, novembro 11, 2011
Dia 15: Às 14h
segunda-feira, novembro 07, 2011
Dia 14: Indispensável
sexta-feira, novembro 04, 2011
Dia 13: Viagem
terça-feira, novembro 01, 2011
Dia 12: Nostalgia (I)
segunda-feira, outubro 31, 2011
Dia 11: Livro favorito
domingo, outubro 30, 2011
Dia 10: No meu jardim
sexta-feira, outubro 28, 2011
Dia 9: Longa exposição
sexta-feira, setembro 23, 2011
Dia 8: Ao fim da tarde
quinta-feira, setembro 22, 2011
quarta-feira, setembro 21, 2011
terça-feira, setembro 20, 2011
segunda-feira, setembro 19, 2011
quinta-feira, setembro 15, 2011
Dia 3: A minha cidade

quarta-feira, setembro 14, 2011
segunda-feira, setembro 12, 2011
Dia 1: Auto-retrato
DIA 2 – MANHÃ DE DOMINGO
DIA 3 – A MINHA CIDADE
DIA 4 – PEQUENA ALEGRIA DO DIA
DIA 5 – O MEU PLACARD
DIA 6 – SAUDADE
DIA 7 – ALGO COR-DE-ROSA
DIA 8 – AO FIM DA TARDE
DIA 9 – LONGA EXPOSIÇÃO
DIA 10 – NO MEU JARDIM
DIA 11 – LIVRO FAVORITO
DIA 12 – NOSTALGIA
DIA 13 – VIAGEM
DIA 14 – INDISPENSÁVEL
DIA 15 – ÀS 14H
DIA 16 – MAU HÁBITO
DIA 17 – PROEZA
DIA 18 – NO MEU PRATO
DIA 19 – SORRISO
DIA 20 – MEMÓRIA DE INFÂNCIA
DIA 21 – RECONFORTANTE
DIA 22 – NOSTALGIA
DIA 23 – FAMÍLIA
DIA 24 – NA T.V.
DIA 25 – GUILTY PLEASURE
DIA 26 – TRADIÇÃO
DIA 27 – ALGO VERMELHO
DIA 28 – A MINHA AGENDA
DIA 29 – NOVIDADE
DIA 30 – A PRETO E BRANCO
terça-feira, junho 28, 2011
um bocadinho de outra coisa
When the wind turns on the shores lies another day
I cannot ask for more
When the time bell blows my heart
And I have scored a better day
Well nobody made this war of mine
And the moments that I enjoy
A place of love and mystery
I'll be there anytime
Oh mysteries of love
Where war is no more
I'll be there anytime
quinta-feira, junho 02, 2011
se a língua do coração nos fizer chorar
segunda-feira, maio 30, 2011
chovem palavras tristes por aqui
segunda-feira, maio 23, 2011
por não sabermos o tempo da despedida
terça-feira, janeiro 25, 2011
no inverno as folhas desaparecem, não se limitam a secar.
terça-feira, dezembro 28, 2010
que outras 50 primaveras criariam tamanho sorriso?
sábado, dezembro 11, 2010
mas a luz branca é terna,
segunda-feira, novembro 29, 2010
olhos semicerrados de luz branca
segunda-feira, novembro 22, 2010
Talvez esteja em dia de ser ingrata...
domingo, outubro 24, 2010
segunda-feira, outubro 11, 2010
festa do ano - aceitam-se encomendas!
segunda-feira, setembro 06, 2010
segunda-feira, agosto 16, 2010
hey ho...
Achegate moreniña
Tu has ser miña muller,
Tu has ser a muller miña.
E si vas á herba,
Heite de ir a ver
Dareiche un abrazo
Ai!!! Maruxiña do meu querer.
Un abrazo non
Que nos ve meu pai
E despois da casa
Meu queridiño
Vaime berrar
Achegate a min maruxa,
Achegate moreniña
Eu quero casar contigo,
Serás miña mulleriña.
E si vas á herba,
Heite de ir a ver
Dareiche un abrazo
Ai!!! Maruxiña do meu querer.
Estreliña do luceiro, ti ben
O has de saber
Cantas horas ten a noite
Denantes do amanecer?
terça-feira, julho 20, 2010
domingo, julho 18, 2010
re_conversa
quarta-feira, julho 07, 2010
7 anos depois de vilar de mouros, vou ao alive!
faz agora 7 anos que fui ao vilar de mouros 2003, uma altura sobejamente complexa e que não consigo deixar de recordar, aujourd'hui, na véspera de levar o carro até monsanto e deixar encaminhar até algés...
há 7 anos insisti em vir embora do algarve, e em vez de parar em lisboa, conforme planeado, parei em vilar de mouros, nada pertinho, por especial bondade da mãe Carmen. vinha com uma geleira carregada de coisas, descobri à entrada que estavam lá dois colegas do secundário, e pronto, foi o suficiente. fui "avacalhar" - quem já lá esteve pode perceber o sentido muuuado e estrumado da questão - numa tenda permeável à água, qual maravilha no festival mais húmido a que alguma vez assisti.
aquilo de que hoje me rio:
- sepultura elevou ao máximo as minhas expectativas (que eram poucas), e isso devia ver-se na minha carinha de parva a olhar para a guitarra; por vezes reparava que pessoas muito altas, com cabelos muito compridos, muito vestidos de preto e com botas muito duras, se riam a olhar o meu pseudo-"hippieismo" sorridente
- em guano apes fui apanhada pelo moche (não tmn, aquele mesmo fabuloso para quem tinha a mania de andar com as sandálias cristãs), que ia até à reggie de som e luz, e alguém conseguiu agarrar-me e tirar-me dali; não lembro quem nem em que circunstância, porque isto viria a acontecer várias vezes nesse festival, no qual bebi aguinha e iced teas
- wailers ? não cancelaram e actuaram em paredes do coura? whatever... fui aos dois e, fosse qual fosse em que actuaram, adorei!, era o furor da rasta ao pincho!
- o dia memorável de blasted mechanism, que nesse ano devo ter visto aí umas cinco vezes, seguido de rufus wainwright que, por ter insultado os prévios, teve direito a ser apedrejado e a sair ao fim da sua primeira divagação ao piano com cigarro (e não consegui voltar a ouvi-lo)
- depois veio o david fonseca, e o rapaz até é simpático, mas a musiquinha era tão em diminutivos e com tanta calminha, depois de algazarra por o ruforão ter sido posto fora, que eu entrei em hipotermia; novamente, alguém pegou em mim e fui entregue à tenda dos casacos, onde a vendedora me convenceu a vestir e despir vários casacos até mudar de cor (e aí já me recordo de pensar novamente) - nota: se os meus primos lindos virem este relato, é favor que não levem nada à letra, que há muito tempo que tenho a mania de poetizar a narrativa com hiper-realismos (momento cromo) e o mais que podem tirar é o exemplo do que não fazer (e eu ia muito vestidinha, aquele minho é que me transtornou de todo...)
- os melvins partiram tudo e tocaram com pouca roupa e aventais; tricky ia jurar que vi em paredes do coura, mas de qualquer modo nunca esquecerei a quantidade de fumo que lhe saía do tronco, curvado como se lhe pressionassem o peito, e a interpretar com toda a força possível
- e tomahawk... era o que mais esperava. pelo mike patton, que me insultou por ter tirado muitas fotos com medo que nenhuma saísse decente (e não saiu nenhuma, efectivamente), na altura em que me aplicava a sério e ficava tipo na primeira fila.
e agora vou rever faith no more, depois do sudoeste 2009 em que toda a loicinha foi partida aos cacos e o senhor, em risco de electrocussão, ameaçou engolir o microfone... e skunk anunsie... e xx... e pearl jam... e banhart... e voltar brevemente a deftones, e definitivamente conhecer muito mais!
é um momento deste verão, que já não se chama férias como há uns tempos atrás, e que me faz recordar um certo estado de barriga ansiosa pelo salto seguinte. estilo muitas coisas que mexiam a barriga e depois davam para muito caminhar...
partilhei :) acho que nunca tinha contado ao certo esta estória
*
post scriptum - foi com a intenção de o revelar que comecei a escrever, e ia esquecendo... um dia do vilar 2003 voltei à tenda, sem luzes (que já tinham fugido), guiada pelo cheirinho e rumor da vaca que eu sabia que dormia atrás de mim. lá encontrei a tenda. além de ser possível fazer uma certa piscininha lá dentro porque sim (a água entrava por cima, baixo, lados, etc.), a "porta" estava aberta. tinham-me levado a geleira. ficou a máquina fotográfica, o dinheiro que tinha na tenda, tudo, só levaram a geleira, presumo que por fome. lá dentro seguiu a última lata de atum, que não cheguei a comer - e tornei-me vegetariana ;) há 7 anos, e as previsões eram de 3 meses!
*
quinta-feira, junho 24, 2010
candidaturas até 23 de Julho
Para mais informações sobre o curso e actividades que decorreram no passado ano lectivo consulte a Página Web do mestrado
http://www.fcsh.unl.pt/cursos/MA/ecologia-humana
terça-feira, março 23, 2010
sexta-feira, março 19, 2010
isto é um jogo de pistas...
A quem pai poderia ser de um
mas por início lhe calhou em três.
Aumenta em quatro com a ajuda mais bela
e dizei, amigos, quem menciono desta vez?
pista número 2:
Após sonhos, viagens e colo manso,
surge em alguns quilos um peso de Verão.
Pé ante pé, que a crescer a vida se alcança,
e dizei, amigos, de quem falo então?
quinta-feira, agosto 27, 2009
moça velhota e feliz
segunda-feira, julho 20, 2009
parabéns
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1 - sintra, hotel tivoli; 2 - sintra, quinta da regaleira; 3 - lisboa, do elevador de sta. justaquinta-feira, julho 09, 2009
hoje a vida é assim
"The 12 Tasks Of Asterix - The Place That Sends You Mad"
valha-me o asterix, a memória, a torre,... ufa*
sábado, junho 27, 2009
missing photo
segunda-feira, junho 15, 2009
sexta-feira, junho 12, 2009
estado das coisas
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!
sábado, maio 23, 2009
depende da luz


domingo, maio 10, 2009
ndengue
era uma vez uma folha que voava muito. fazia muitas cócegas a um menino, ou pelo menos ele ria-se muito sempre que via a folha voar. enquanto foi pequenino, continuou a rir - mas quando cresceu mais que dois ramos, fez birra por não conseguir voar com a folha. não aguentou o vermelhão e chorou mesmo a sério. queria muito voar. a folha não lhe sussurrou o segredo e, num momento de maior mágoa, arrancou-a. aí fez silêncio. não percebeu se a árvore chorou, mas pegou na folha e escreveu
as poucas palavras que sei nunca cabem em lado nenhum.
outros meninos estavam escondidos entre ramos de outras árvores. foram àquela árvore e cada um arrancou a folha que melhor voava aos seus olhos. só que não sabiam escrever como o outro menino. fizeram uns riscos, como fazem nos desenhos japoneses, e juntaram as folhas todas. agora tinham folhas a esconder as mãos pequeninas, mas as cócegas eram diferentes; se as folhas voassem iriam para mais longe, talvez longe dos olhos. porém, quando as juntaram, criaram outra estória.
depois a árvore caiu.

segunda-feira, maio 04, 2009
Boal morreu.
houvera escrito, proferido e praticado palavras incontornáveis para o crescimento da humanidade em participação. a doença traiu uma vida grande. ali onde o palco é alterável pelo público que o alimenta, onde a acção é crítica e ainda se crê (em arte, em transformação, em desopressão, na capacidade de acção).
que nos sopre algumas ideias em dias de maior acinzentado. precisamos de um senhor assim, mas ele morreu.
como um teatro vivo
.
domingo, abril 26, 2009
em tempos assim
quarta-feira, abril 08, 2009
paisagem urbana - paesaggio urbano - urban landscape
o que é uma paisagem urbana? um ponto de vista sobre ela - uma foto, por exemplo. preciso de pontos de reflexão num trabalho e gostaria da ajuda via blog :) obrigada a todas e todos
cos'è un paesaggio urbano? un punto di vista su questo - una foto, ad esempio. ho bisogno di punti di riflessione per una tesina, mi piacerebbe avere un aiutto via blog :) ringrazio tutti quanti
what's an urban landscape? a point of view on this topic - a photo, for example. i need some tips for thought in order to develop a work, would appreciate any help via blog :) thank you all
sexta-feira, abril 03, 2009
domingo, março 29, 2009
hoje é dia de picnic veggie
boa primavera a tod@s
*
quinta-feira, março 26, 2009
dizia que nunca soubera fazer poesia, era ela que o encontrava, assim ao acaso
disse-me ontem Agostinho da Silva, em conversa vadia, que devemos criticar o que admiramos, mas entregar-nos arrebatadoramente ao que amamos. disse ainda que portugal tem uma coisa a ensinar ao mundo, e essa coisa é o modo de contemplação e fruição da beleza. que os nossos navegadores navegaram por emaravilhamento, que os alunos não devem pensar sob risco de não acolherem o que a vidas lhes tem para oferecer e que a saudade só afecta quem perdeu. o ságio recusa estatuto de guru. depois veio a série do psiquiatra e não tive remédio senão adormecer no sofá, embrulhada no calor.
diceva che non aveva mai imparato a fare poesia, era lei che lo trovava, cosi per caso
mi ha detto ieri Agostinho da Silva, in una chiacheratta vagabonda, che dobbiamo criticare quello che ammiriamo, ma consegnarsi in modo incantevole a quello che amiamo. ha detto pure che portogallo ha una cosa da insegnare al mondo, e quella cosa è il modo di contemplazione e godimento della bellezza. che i nostri navegatori navegavano per "imeravigliamento", che gli studenti non devono pensare sotto il rischio di non acogliere quel che la vita li può offrire e che la saudade incide quelli che hanno perso. il saggio rifiuta lo status di guru. poi è venuta la serie televisiva del psichiatra e non ho potuto fare altro che addormentarmi sul divano, avvolta nel caldo.
quarta-feira, março 18, 2009
quinta-feira, março 05, 2009
post 101
to cancel a post with conscience
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keeping the ignavia sul divano
.
falling asleep with carlo collodi, boris vian or simply with some plane's backsound
.
watching films like chungking express and milk
.
getting older and looking at white hair despite those black and white photos of a past loneliness
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recreating the loneliness
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and trying to get asleep once more
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