segunda-feira, dezembro 10, 2007

todoia


as melhores - margaridas brancas



há quem conheça a história, mas as palavras têm sido escassas.


um olá de todoia para aqueles/as que não vêm as coisas nos mesmos nomes, ou espaços, ou tempos, dos/as outros/as.


todoia era o que um eu cá dentro chamava às flores. penso que as tratei por esse nome até entrar na escola. quase todas as palavras tinham sentido, sobretudo se cantadas, mas flor não. não era, sequer, real. todoia.


estou a deixar de conseguir contar histórias e estórias, por isso agradeço que alguém me faça acreditar novamente em todoias. aquelas que afagam com mansidão e aquecem o sangue mais dentro possível. as que existem, mais que a imagem que construímos delas.
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non ce la faccio più a tradurre. credo che ho smesso di avere la capacità linguistica. se c'è qualche interesse in sapere quel che c'è scrito: 1. indovinare; 2. scrivere un commento e chiederlo; 3. aspettare...

3 comentários:

temperatura disse...

eu não conheço a todoia, nem faço miníma do que seja. sei que de ti tenho pilhas e um par de desculpas. lembro-me sovente de ti, nem penses que eu escapo, pá.
e deixo-te abraçada, porque tenho vontade de to fazer.

temperatura, com melancolia malinconica de ti. o tribial: como tens passado?

Lampimampi disse...

olare
=)

nao sabia que tens escrito tanto no teu blog...
ja ca nao vinha ha uns tempos, mas foi uma boa surpresa!

Pois, bem me lembro das todoias...
=)

sabes o que elas sao por ca?
sao kukkas!
=)

beijinho grande
Luis

Vilinha disse...

hein? todoias?

bem, eu não me lembro bem, mas acho que dava os nomes que me ensinavam as coisas... a recordação mais proximo do sentido que buscas... hmmm

bom, é que eu voava. eulembo-me perfeitamente que quando não estava ninguém em casa, ia para o telhado, virava-me para o pinhal e via as ásrvores de cima, lembro-me que demorava um pouco a aquecer, primeiro era dificil, tinha que acreditar mesmo, tinha que fazer muita força para levantar voo, mas depois ia voando atrapalhadamente, até começar a planar e depois podia atingir uma boa velocidade. Mas quando ficava cansado tinha de voltar rapidamente para o jardim, porque era lá que eu aterrava sempre, mas tinha de ir imediatamente, porque ficando sem forças, começava a cair.

Hoje tenho dúvidas se era apenas a minha imaginação, mas a verdade é que, lembro-me, era tão real. Como é que eu hoje não acredito nisso?

Estou a perder poderes, a medida que fico mais velho. Espero que a minha sobrinha se lembre sempre que pode voar.
:)